Arquivo | setembro, 2008

Vamos celebrar!

30 set
“Eu gosto de andar pela rua
bater papo, de lua e de amigo engraçado”

(Oswaldo Montenegro)

Olha, a gente já fez “muuuiiiitas” e boas! Aprontamos um bocado juntas. Já demos risadas múltiplas, já choramos, discutimos, conversamos, discordamos, concordamos. Também vivemos algumas coisas semelhantes.

Trabalhamos juntas alguns anos. Militamos na mesma causa. Nos divertimos nas mesmas rodas. Viajamos pelo país e na maionese.

Ontem nos encontramos e voltamos a dar risada, a dividir nossas dores, conversar, discordar, concordar. Então, lembrei de uma das tantas que vivemos juntas. E vou contar, para rir mais um pouquinho.

Era um Congresso da UBM em Salvador/BA. Eu estava de férias e por isso resolvi ir alguns dias antes para aproveitar a boa-terra. Quando o restante da mulherada chegou, eu já estava cansada de subir ladeiras, tomar todas (naquela época eu ainda bebia “algumas” cervejinhas), fazer festas.

Ficamos (como sempre) no mesmo quarto de hotel, na Barra (e diga-se de passagem, que hotelzinho vagabundo), participamos de todo o congresso. Depois disso as gaúchas haviam programado ficar mais dois dias para turismo.

E eu, que ficaria mais alguns dias em Salvador, caí na folia. Estava há quase dois dias sem dormir, quando resolvi levar a Cris para conhecer Stella Maris, onde morava minha comadre Léa. E, claro, curtir mais um pouco. Lá fomos nós.

Quando voltamos para o hotel, de ônibus, o balanço do coletivo me ninou. Não havia mais resistência contra o sono. A Cris não conhecia Salvador e à cada pouco ela tentava me acordar para sabermos se estávamos próximas do hotel. No “buzu”, como dizem os baianos, havia a galera do fundo, que batucava e cantava. A Cris estava apavorada. E eu dormia. Profundamente.

Me acordou em Piatã, na Pituba, no Jardim de Alah… e eu sonolenta olhava e lhe respondia que ainda estávamos longe. Então ela me acordou novamente e disse: “Nós estamos passando por um tunelzinho! Está perto?”…

Tunelzinho? Que tunelzinho?… pensei! Abri os olhos e me dei conta que o ônibus já havia passado pela Barra e já se aproximava do terminal da Lapa. Putz! Já era quase meia-noite!

Tivemos que desembarcar na Lapa, descer até um ponto de táxi, pois já não havia mais ônibus para a barra e gastar um bocado para irmos para o hotel.

Ela ficou furiosa comigo, mas depois a gente riu um bocado. Como sempre!

A Cris é aquela que participou comigo do evento da marcela que dá barato… Na foto, estávamos numa festa da campanha da Jussara Cony, chamada de Festa das Espetaculosas. E, qualquer dia conto daquela viagem para Minas, que queriam nos deixar à pé para voltar ao Rio Grande. Ou daquela viagem para o Rio, que dividimos o quarto com a Dina e a Jane. Lembras?

Muito, muito bom te reencontrar, amiga!

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4 x 1 – Em GRENAL, quem manda é o Inter

28 set

Eu já escrevi diversas vezes sobre a tensão, sobre a paixão à flor-da-pele em dia de Grenal. Poderia mais uma vez escrever sobre isso ou sobre a minha paixão, de todos conhecida, pelo Inter. Mas hoje, como amante colorada, vou falar dos números que conferem ao meu time as “glórias do desporto nacional”.


O primeiro-tempo de jogo fechou aos 47 minutos com o placar de 4×1 para o Inter. Gols de D’Alessandro, Alex, Índio e Nilmar, contra o gol do Tcheco que foi expulso, junto com Edinho do Inter, no final da primeira etapa de partida. E o Inter administrou o placar durante todo o jogo.

Com o GRENAL de hoje, Inter e Grêmio já se enfrentaram 373 vezes. Dessas o Inter tem a vantagem de ganhar 20 vezes à mais do que o adversário. Essa liderança foi conquistada à partir de 1945, quando o meu time começou a ser conhecido como “rolo compressor” e, desde então o time azul nunca mais conseguiu ultrapassá-lo. O mais próximo que chegou do Inter foi a marca de 14 vezes de vantagem do Colorado.

Até aqui são 138 vitórias coloradas, 118 do grêmio e 117 empates. Segundo o pesquisador Cláudio Diestmann, essas marcas ainda estão erradas. Ele afirma que a vantagem do Inter é, à partir desse GRENAL, de 22 vitórias do Inter.

Lamentável é a violência promovida pelo Grêmio, mais uma vez… depois daquele GRENAL em que incediaram os banheiros químicos, dessa vez, arrancaram as grades que separam as torcidas e promoveram a violência e a baixaria. Até nisso, a gloriosa torcida colorada é superior.

Para quem disse que ia “passar a máquina”, hein? Ao final do jogo a torcida colorada cantou: “Fica Celso Roth!”. Mas, não precisa de piadinhas para os gremistas, né? Os números comprovam a superioridade colorada, ainda mais depois de uma goleada dessas. Como já dizia o Índio Sepé Tiarajú, “essa terra tem dono”! Ele é vermelho, mora na Avenida Padre Cacique e também é conhecido como “celeiro de azes”.

Colorado, colorado, nada vai nos separar!
Somos todos teus seguidores, para sempre vou te amar!

Ouça o hino:

. – Hino oficial do inter

Música, música…

28 set

Hoje acordei bem cedinho com uma vontade doida de ouvir música… ouvir Ednardo. Já ouvi bastante coisa.

Eu não sei se os frequentadores desse blog gostam desse tipo de música. Ainda assim, resolvi socializar duas belezas do Ednardo, abaixo!

Bom domingo musical e poético!

Artigo 26

28 set

Ednardo – Artigo 26

Lagoa de Aluá

28 set

Ednardo – Lagoa de Aluá

Champagne

27 set

Todo mundo está careca de saber que eu estou numa “pindaíba” daquelas. Todo mundo sabe também que não bebo há dois anos. Mesmo assim, na noite do dia 05 de outubro eu vou tomar um champagne… e dos caros!

É o dia da eleição para vereador e prefeito, mas não é esse o motivo do brinde… não importa quem será eleito, ou quem não vai se eleger… não interessa o resultado eleitoral, pois meu brinde não será aos eleitos ou aos que deixaram de se eleger.

Na noite de 05 de outubro de 2008, vou brindar à dignidade e a liberdade!

Um brinde à cara exposta, à consciência tranqüila, à fidelidade dos princípios… Um brinde ao dia que marcará o começo de uma nova época.

Um brinde à todas e todos que se mantiveram limpos!

Tim-tim!

Você já foi a Bahia, nega?

26 set

Eu sei que a minha comadre Léa vai querer me matar quando ler esse post, mas depois vai morrer de rir… É que eu disse a ela que queria, ou melhor, que precisava muito que ela escrevesse no seu blog “Odisséias de Leka” um texto que tinha o objetivo de convencer alguém a conhecer a sua terra… e disse que eu precisava muito, mas que o verdadeiro motivo só contaria depois que ela postasse o texto.

Então vou contar o motivo: é que ela é uma baiana legítima, sabes? Preguiçosa, que só! Fazia mais de um mês que não escrevia uma linha no blog… aí, resolvi inventar essa histórinha para dar a ela uma “pauta”… e funcionou… apesar desse trechinho que ela contesta a preguiça baiana…

“Dizem as más (e invejosas) línguas sulistas que o baiano é preguiçoso, lento, etc…Mas quem nunca ouviu “Tarde em Itapuã” e MORREU de vontade de estar dentro de um calção de banho, em uma esteira de vime, tomando uma água-de-côco ao sol que arde em Itapuã??? Atire a primeira pedra! Mas atire devagarinho, viu nêgo?”

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