Arquivo | janeiro, 2009

ISTANDIBAI…

30 jan

Copiando o meu amigo Inácio Carvalho, que resolveu ficar “ofilaine“, chegou minha vez…

Isso aí, estou entrando em férias a partir de hoje. Portanto, queridos e queridas amigas, tenham um pouco de paciência, pois ficarei “istandibai” por uns dias.

De vez enquando passarei por aqui, mas nada programado.

Beijos.

Vou desligar…

tu.tu.tu.tu.tu.tu.tu…

Grana…

30 jan

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, anunciou, nesta sexta-feira (30), o aumento do salário mínimo, que passa de R$ 415 para um valor médio de R$ 465. O Ministério do Trabalho propõe que o aumento passe a valer a partir de 1º de fevereiro.

G1

Eu não quero falar…

30 jan

O Paulo Santana escreveu na sua coluna que o jornalismo não pode deixar de se ocupar com as tragédias, referindo-se aos tristes acontecimentos na Zona Sul do Estado.

Desculpe, Santana. Eu não quero falar das fortes rupturas da normalidade. Ainda fico com os fatos agradáveis (torço para que estes não passem despercebidos, nem se tornem banais). No entanto, e inevitavelmente, lamento e me solidarizo com esse povo castigado pelas águas.

Solidariedade tem que ser traduzida em ação. Já procurei a Defesa Civil e fiz minha parte, por pequena que seja. É melhor que falar.

Tu herdarás só o cinismo

30 jan

O mar…

29 jan

We are carnaval

29 jan

A proximidade do carnaval começa a produzir efeitos. Adoro desfilar em Escola de Samba. O soar da sirene sempre me provoca uma emoção indescritível. Meu corpo todo treme, arrepia. É o anúncio de uma hora de avenida esperada 365 dias. Escola de Samba é a bagunça mais organizada que conheço.

Hoje, entretanto, senti uma saudade de outros carnavais. Os carnavais que passei na “Boa Terra”, com amigos tão queridos, como Luciene, Eliudes, Wagner, Guri, Claudinho, Júlio, Jorginho… e, tantos, tantos outros amigos.

E, graças a um desses carnavais em Salvador, conheci Lea, minha irmã. E lembrei também do medo que Lea tem da passagem do Chiclete, ao contrário de mim, que é uma das passagens que mais curto, com toda a muvuca, com toda a agitação e abalo que ele provoca. Aliás, a terra treme com o Chiclete. E eu amo isso.

Tem também a passagem dos Filhos de Gandhi, que forma sobre a Avenida Sete um verdadeiro tapete branco, com o cheiro das bençãos dos orixás da Bahia. Beleza pura.

Outra passagem, e talvez a mais bela, é a do mais belo dos belos, é a do Ilê Aiyê, o coral negro, com suas cores vibrantes, com sua energia boa.

O Ilê faz com que o vigor do meu povo e seus ancestrais se corporifiquem no mais antigo bloco afro do Brasil. A passagem do Ilê é puro louvor. Consagração. Cerimônia. Rito.

Saudade. Lembrança boa.

Ah, se eu pudesse!

28 jan

Eu sempre quis ser poderosa. Ter super poderes como os meus heróis de infância. No entanto, nem mesmo os super heróis que conheço tem o super poder que eu queria ter. Nem a liga da justiça tem. Eu queria ter o poder de entrar na mente e no coração das pessoas. Tocaria todos com os sentimentos de virtude, equidade, apego, justiça. E só esses prevaleceriam.