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Ah, eu sou macaco!

20 ago
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Sempre levarei comigo!

20 ago

O Inferno Vermelho

19 ago

Foi Maragato!

19 ago

Dizem que Deus é brasileiro.

Estou com Teixeirinha e afirmo que Ele é gaúcho, de espora e mango. Foi maragato*.

Não vou falar da emoção que senti, pois não há como explicar.

Sou bi-campeã da América, rumando ao bi-mundial Interclubes da Fifa (da Fifa, entenderam?).

Desculpe! Meu time não me permite ser humilde!



* Maragato é o termo usado aos revolucionários gaúchos de 1893, que usavam um lenço vermelho.

Aqui não é Marte, mas…

18 ago

Aqui não é Marte, mas o planeta está voltando a ficar vermelho…

Eu sei que é uma baita contradição o que vou dizer, mas trata-se da verdade legítima. Ser colorada é imensa alegria, orgulho, paixão, felicidade. Entretanto, hoje, véspera da decisão da Copa Libertadores da América e na iminência de sermos bi-campeões, a alegria mistura-se a um outro sentimento que me perturba, me inquieta, me atormenta.

Um nó na garganta, um friozinho na barriga, um desassossego vão tomando conta de mim e, por mais que eu tente pensar em outras coisas, somente a perspectiva do dia de amanhã, a possibilidade de repetir a sensação de 2006 e, por mais confiante que esteja, o medo de que algo impeça tal façanha, me deixa tensa e com idéia fixa.

Amanhã, me perdoem, mas não me peçam nada que não esteja relacionado ao Inter. Não me peçam, pois não vou te atender, é certo. Então, evitemos problemas, pois meu estado emocional não me permite desviar do foco.

Na realidade, o meu querido amigo de Ijuí, Adriano Daltro, definiu mais ou menos assim: “peço aos amigos que não marquem nada para mim na próxima quarta, 18. Arrumei um serviço extra e grande: tenho que dar a segunda mão de vermelho na América!

Mas, sem esquecer que, em Abu Dhab, vamos dar a segunda mão de vermelho no mundo.

De Luis Fernando Veríssimo na voz do Guerrinha

O passado é prólogo. Certos acontecimentos dão força a esta frase, transformam tudo que veio antes em preliminar, em mero antecedente. Ou, para usar outro termo literário, em prefácio. Você se dá conta de que tudo que houve até ali – toda uma vida, toda uma história – foi simplesmente preparação para aquele certo momento, depois do qual nada será como era. E o passado ganha uma lógica que não tinha. Você passa a entender tudo em retrospecto. Tudo tinha um sentido que você apenas não percebera, na falta do momento máximo. A vitória do Grêmio em Tóquio em 83, os anos medíocres, o quase rebaixamento, as finais desperdiçadas, os vexames, as desilusões – tudo era prólogo para ontem.

Agora ficou claro, agora ficou lógico. O próprio destaque como melhores do mundo conquistado pelo Barcelona e pelo Ronaldinho fazia parte da preparação para o nosso 17 de dezembro, que não teria o mesmo gosto épico se o adversário fosse outro. Tudo era armação para aumentar o brilho e o drama do nosso momento máximo. Tudo se encaixava. Ou você pensa que a saída do Pato e do Fernandão, ontem, foi obra do acaso, esse autor sem imaginação? O resultado de ontem veio sendo construído aos poucos, desde antes da fundação do Internacional, antes de Pedro Álvares Cabral, antes de Homero e das Pirâmides.

E eu sabia que havia uma justificativa histórica para o topete do Gabiru.

Há dias a leitora Poliana Lopes me lembrou de um texto que eu tinha escrito, e esquecido. Ela teve a gentileza de me mandar o texto, e eu peço licença para repeti-lo agora. Era assim:

“Meu caro colorado. Desculpe esta carta a céu aberto, é que não sei nem seu nome nem seu endereço. Na verdade, só vi você na rua, de mãos dadas com seu pai e cercado pelos seus irmãos, que vestiam a camiseta do Grêmio (suponho que fossem seu pai e seus irmãos). Você estava com a camiseta do Internacional. Quase parei o carro para olhar melhor, mas não era miragem. Você tinha uns quatro ou cinco anos e estava de camiseta vermelha! Seu pai vestia uma camisa branca exemplarmente neutra, mas posso imaginar como tem sido a sua vida em casa. As provocações, os petelecos, a flauta, o martírio. E lá estava você de camiseta vermelha, o antigo escudo orgulhosamente no peito, desafiando todas as provações. Não sei se você sabe que vários colorados da sua geração não agüentaram e trocaram de time. Levaram pais e avós ao desespero, mas não suportaram a pressão do sucesso gremista. Você agüentou. Você não sabe, mas é um herói. E fiquei pensando que, quando for a nossa vez de novo, teremos certamente a torcida mais dedicada, fiel, convicta e feliz do Brasil. Porque será a torcida dos que resistiram. Agüente só mais um pouco. Meus respeitos.”

Mas isto tudo também pode ser um sonho.

Se for, por favor: não me acordem.

Para entrar no clima da semana…

16 ago

Correm os anos, surge o amanhã, radioso de luz…

12 ago

Colorado, colorado: nada vai nos separar. Somos todos teus seguidores. Para sempre eu vou te amar!

Inter, estaremos contigo. Tu és minha paixão. Não importa o que digam, sempre levarei comigo minha camisa vermelha e a cachaça na mão. O gigante me espera para começar a festa. Inter do meu coração!

E vamos Inter só te peço este Campeonato. Atrás do gol eu canto, bebo e te quero mais. Sou Colorado e nada muda este sentimento. Porque é nas más que eu demonstro que te amo igual. E vamos Inter não podemos perder. E vamos Inter que temos que ganhar. Daria a vida por um Campeonato, uma Taça a mais!